Eu sou uma boa mãe?

Oie minhas leitoras lindas. Já estava com saudades de vocês!
O meu post de hoje é sobre alguns pensamentos, que eu paro e me pego pensando. Eu sou uma boa mãe? Então, comecei a relembrar de algumas situações que eu vivi recentemente com a Antonela.
Como o episódio triste, que ela teve dengue, aonde com festas para ir, convites que eram uma verdadeira tentação, e eu não consegui ir. Como eu iria me divertir com a minha filha doente, com febre em casa? Eu não desgrudei dela um segundo. Ao vê-la dormir o meu desespero era tanto que  de 15 em 15m no maximo, eu colocava a mão no peito dela, só para ver e senti sua respiração.
Com tanta gente crítica que vai ler esse primeiro paragrafo vai falar: "Você não fez nada de mais, alias é sua obrigação a filha é sua." A resposta que eu tenho para esses ignorantes é que "A mãe não cuida de um filho pelo fato que ela que o pôs no mundo e acha que tem obrigação de criar, até porque isso é a mais pura ilusão, pelo tanto de bebês que foram largado em portas de casa de desconhecidos, que foram vendidos, largados em matos, estradas e até em rios é um número enorme. Uma mãe não cuida do seu filho por obrigação, ela cuida por amor! O nome disse não é obrigação, é amor mesmo! Quantas mães, tanto adolescentes como as mais velhas, deixam seus bebês em casa, para ir para barzinho? Outro número enorme! E outra informação que algumas pessoas deveriam saber é que : "mãe é mãe, a idade não conta, quando o coração dela aceita esse amor!"
Eu tenho muito orgulho de ser a pessoa que eu sou com a Antonela. Eu sou perfeita? Não, até porque eu perco a paciencia, eu brigo... mãe erra, filho erra. Mas o lindo é o perdão. 
E que Deus conserve esses meus pensamentos, e que a cada dia eu melhore mais o meu jeito com a Antonela.
Aliás esse amor de criança, só merece o melhor de mim. A minha gravidez foi muito conturbada, eu sofri muito, com o meu psicologico e fisicamente também, mas para ser realista, eu não voltaria átras, e se fosse para eu poder escolher, eu voltaria no passado e viveria isso tudo novamente. Eu percebi o quanto Deus é maravilhoso, e bom comigo. Eu que sempre faço tudo de errado. Deus segurou a minha mão na gravidez, no hospital, na dor das contrações, no parto, no resguardo, na depressão pós-parto que eu também tive. Na recuperação do meu corpo, na rotina de uma nova vida. E com isso tudo eu ganhei experiência de vida, aprendi o quanto eu sou forte,  aprendi a amar mais o meu irmão, pelo amor que ele tem pela minha filha, ganhei uma certa admiração da minha família, me deu de presente essa pessoa incrivel que é o Leandro (meu novo namorado), e me apresentou um amor maior. Conheci o amor de mãe. E como eu sempre falo: Foi na dor do parto, que eu descobri a vantagem de ser mulher.  


2 comentários:

  1. Sempre foi um exemplo de mamãe Amy, Amyziinha, Amyzoca do meu core! Cada dia minha admiração só aumenta por ti!

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  2. Amy vc ainda namora o pai da Tontom?

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